Categoria: Impotência

Prevenção da disfunção erétil

Prevenção da disfunção erétil

Que passos posso tomar para evitar a disfunção erétil?

Você pode ajudar a prevenir muitas das causas da disfunção erétil (DE).
Deixe de fumar

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Se você fuma, procure ajuda para parar de fumar. O uso de tabaco está relacionado a doenças cardíacas e vasos sanguíneos (em inglês), que podem causar disfunção erétil. Mesmo quando as doenças cardíacas e vasos sanguíneos e outras causas possíveis de ED estão sob controle, fumar ainda aumenta a probabilidade de você ter DE.
Siga um plano de alimentação saudável

Para ajudar a manter a função erétil, escolha alimentos integrais, produtos lácteos com baixo teor de gordura, frutas e vegetais e carnes magras (baixo teor de gordura). Evite alimentos ricos em gordura, especialmente gordura saturada e sódio. Siga um plano de alimentação saudável para atingir o peso ideal e controlar sua pressão arterial e diabetes . Controlar sua pressão arterial e diabetes pode ajudar a prevenir a disfunção erétil.

Além disso, evite consumir muito álcool. Se você tiver problemas para diminuir o uso de álcool, consulte um conselheiro especialista em tratar pessoas que bebem muito (em inglês).
Uma família consome uma refeição saudável juntos. Tome medidas para prevenir a disfunção erétil (DE): pare de fumar, siga um plano de alimentação saudável, tenha um peso saudável e permaneça fisicamente ativo.
Manter um peso saudável para prevenir diabetes e pressão alta

Um peso saudável também pode ajudá-lo a retardar o aparecimento do diabetes e manter a pressão arterial baixa. Converse com seu médico sobre como prevenir o diabetes ou controlar a doença se você já o tiver. Faça check-ups regulares para medir sua pressão arterial.

Se você precisa perder peso, converse com seu médico sobre como perder seu peso com segurança. Peça para ser encaminhado a um nutricionista que possa ajudá-lo a planejar refeições saudáveis ​​para perder peso (em inglês). Perder peso pode ajudar a reduzir a inflamação, aumentar os níveis de testosterona e aumentar a auto-estima, o que ajuda a prevenir a disfunção erétil. Se você tiver um peso adequado para a sua altura, mantenha-a saudável e permaneça fisicamente ativa.
Fique fisicamente ativo

A atividade física aumenta o fluxo de sangue por todo o corpo, incluindo o pênis. Converse com um profissional de saúde antes de iniciar novas atividades. As pessoas que estão apenas começando devem começar devagar, com atividades mais fáceis, como caminhar em um ritmo normal ou trabalhar em seu jardim. Aos poucos, você pode fazer atividades mais intensas, como andar rápido ou nadar. Tente fazer 30 minutos de atividade na maioria dos dias da semana .
Evite o uso de drogas ilegais

O uso de drogas ilegais pode impedi-lo de ter ou manter uma ereção. Por exemplo, algumas drogas ilegais podem impedir que você se excite ou sinta outras sensações. O uso de drogas ilegais pode ocultar outros fatores psicológicos, emocionais ou físicos que possam estar causando seu DE. Converse com seu médico se achar que precisa de ajuda com o abuso de drogas .

Impotência Sexual

Impotência Sexual

Isso nunca aconteceu antes”. Essa pode ser encarada como uma das mais usuais respostas dadas à constrangedora situação na qual o homem é assombrado pelo “fantasma” da impotência sexual. Mais do que um infortúnio, a impotência envolve valores culturais referentes às expectativas dos comportamentos sexuais de homens e mulheres. Por isso, a questão da virilidade não se limita a um estudo de caso da Biologia.

Ao longo da História, outras respostas de caráter não-científico desse “drama” sexual foram concebidas por nossa bilionária espécie. Ao contrário do que muitos pensam, essas simples crendices podem revelar como as diferentes culturas foram capazes de constituir noções de corpo, saúde e sexualidade. Bem sabemos que, ainda hoje, as razões biológicas ficam em segundo plano quando algumas pessoas tentar dar uma primeira resposta a esse tipo de problema.

Nas primeiras sociedades primitivas, a procriação tinha grande importância entre as sociedades. A extensão da prole era um assunto de importância bem maior, em comparação à capacidade de o homem realizar o ato sexual. As primeiras e mais destacadas indagações sobre a impotência surgem nas civilizações da Antigüidade Clássica. Entre gregos e romanos, onde a liberdade sexual era bastante perceptível, a impotência poderia ser motivo de grande chacota.

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A virilidade do pênis era considerada um tipo de representação material do poderio de um homem. A capacidade de penetração era algo que demonstrava o apetite sexual, seja qual fosse o tipo de relação constituída. Para superar as dificuldades com a disfunção erétil existiam receitas naturais envolvendo alho triturado, folhas de mandrágora ou caldo de aspargos. Caso o problema fosse mais grave a dieta alimentar sofria alterações mais incisivas com o consumo de genitálias de bode ou carne de lagarto regada com vinho branco.

Na Idade Média, com o predomínio da visão pecaminosa do sexo, a cobrança dos papéis masculinos na cama se restringia à procriação e o autodomínio. Quando acometido por grave impotência, as forças demoníacas eram usualmente culpabilizadas. As bruxas também eram acusadas de prepararem feitiços que impediam a prática normal do sexo. Em alguns casos, o tratamento médico medieval recomendava alimentos que causassem grande acúmulo de gases, pois se acreditava que os mesmos eram responsáveis pela ereção do pênis.
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No século XVII, com a explosão dos estudos no campo das ciências naturais, novas teorias começaram a ser formuladas para a cura do mal. Alguns teóricos formulavam tratados onde apontavam a masturbação como uma prática que, em longo prazo, poderia deixar o homem impotente. Um polêmico tratamento desenvolvido nessa época prescrevia a aplicação de estímulos elétricos (choques) no pênis.

Outros relatos do século XIX, marcado por uma forte idealização das relações afetivas, contam que o culto extremo à imagem feminina desestimulava alguns homens a “macular” a sua amada com a prática do sexo. No início do século XX, as teorias psicológicas ganharam grande destaque no estudo dos problemas e comportamentos sexuais. A repressão familiar, a ansiedade e a depressão começaram ser colocados como novos responsáveis pela disfunção erétil masculina.

No entanto, as experiências médicas continuavam a florescer nos campos da medicina contemporânea. O cirurgião russo Serge Voronoff propôs que o enxerto de partes de um testículo (humano ou animal) na bolsa escrotal poderia ampliar a produção de testosterona. Entre os métodos mais invasivos, a prótese de silicone foi a que mais angariou resultados.

Somente no final deste século que as primeiras medicações contra a ereção começaram a resolver o problema. Viagra, Uprima, Cialis e Levitra tornaram-se nomes santos no combate à disfunção erétil. Ao mesmo tempo em que matou o “x” da questão, essas medicações afetaram as práticas de jovens e idosos. Os últimos deixaram de encarar a terceira idade como idéia contrária a uma vida sexual regular, os primeiros se deslumbram com a possibilidade de oferecer um desempenho incomum a suas parceiras.

Do abuso, surgiram infelizes casos de pessoas que perderam suas próprias vidas na ânsia de resolver um problema íntimo. Saímos do problema da falta, pagando as conseqüências pelo excesso. O poder instantâneo do remédio, em alguns casos, tende a afastar o afeto e a preocupação com a saúde no alcance de uma “invejável” performance sexual.

Um a cada cinco homens faz uso indevido de estimulantes sexuais

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O desejo de melhorar o desempenho sexual leva jovens de 20 a 35 anos a utilizarem medicamentos para disfunção erétil de maneira irregular, ou seja, sem indicação de um especialista. É o que aponta o levantamento inédito realizado no ambulatório de sexualidade do Centro de Referência em Saúde do Homem, maior serviço público de urologia do Estado.

Curiosidade, vontade de aprimorar a performance sexual e o receio de falhar na “hora H” fazem homens saudáveis recorrerem a estimulantes sexuais
Curiosidade, vontade de aprimorar a performance sexual e o receio de falhar na “hora H” fazem homens saudáveis recorrerem a estimulantes sexuais
Foto: Getty Images
A unidade atende mais de 300 homens por mês com problemas sexuais e cerca de 20% deste total, afirma já ter feito o uso de estimulantes sexuais, pelo menos uma vez, sem prescrição médica. Na hora da consulta, as explicações são sempre as mesmas: curiosidade, vontade de aprimorar a performance sexual e, claro, o receio de falhar na “hora H”.

No entanto, o médico chefe do serviço de urologia do hospital, Joaquim Claro, explica que os comprimidos não apresentam resultados para grande parte dos homens. “A medicação não é instantânea e muito menos mágica como acreditam os pacientes. Se o indivíduo já é saudável, o pênis dele não vai ficar ainda mais rígido após o consumo. Portanto, não vai haver mudança no desempenho”, afirma.

O médico alerta que os estimulantes sexuais podem causar dores de cabeça e musculares, diarreia, alergias, visão dupla e, em casos mais severos, até cegueira. Os pacientes cardiopatas também não podem ingerir este tipo de medicamento, considerado um vasodilatador, principalmente sem supervisão médica. Somente o especialista pode diagnosticar a necessidade de uso e, ainda, o melhor método, conforme critérios como idade, histórico familiar e condição financeira.

“Os efeitos colaterais são perigosos, mas há ainda o risco da dependência psicológica. O homem passa a supervalorizar a droga e liga o seu próprio desempenho sexual ao uso do remédio. Esta atitude gera um grau elevado de ansiedade e o paciente fica com medo de não ter mais relações satisfatórias se não contar com a ajuda medicamentosa”, destaca Claro.

A prática de atividade física é uma maneira saudável e eficaz de melhorar a atuação na hora do sexo, segundo os médicos. Os exercícios contribuem com o condicionamento físico, melhoram a circulação sanguínea e aumentam resistência trabalhando as regiões do peito, ombros, braços e pernas, além de elevar a autoestima.

Conheça outras atitudes importantes para manter uma vida sexual ativa, segundo especialistas do Hospital do Homem:

Proteja o seu corpo: Use camisinha nas relações sexuais, evitando o contato com as doenças sexualmente transmissíveis. Não deixe de visitar o médico pelo menos uma vez ao ano para realização de check-up e dos exames preventivos.

Converse sobre sexo: Tenha um bom diálogo com a seu parceira, pois a confiança é importante para que o sexo satisfaça plenamente o casal.

Prepare o ambiente: A pressão psicológica e os problemas do dia a dia podem atrapalhar o desempenho. Por isso, é importante escolher o local e o momento ideal propício para a relação.

Esqueça os mitos: Segundo estudos, o tempo médio de uma relação é de 15 a 20 minutos. Saber disso é um dos primeiros passos para que o casal consiga diminuir as suas próprias expectativas.

A energia sexual de uma mulher da mesma natureza que a do homem?

Não. Acreditamos que a energia do homem é yang enquanto que a da mulher é yin. Essas duas energias primordiais, masculinas e femininas, governam o universo como um todo. Ambos estão presentes em homens e mulheres, mas o homem tem mais yang e a mulher, mais yin. Fazer amor permite que você circule as duas energias entre o homem e a mulher, para alcançar um melhor equilíbrio entre yin e yang em todos. No tao, o prazer de ambos os parceiros é igualmente importante, e a multiorgasmia permite que eles alcancem um nível de intimidade cada vez mais alto. Mas as técnicas que aumentam a energia sexual são diferentes para todos. Por exemplo, enquanto o homem deve manter seu esperma, a mulher deve ejacular várias vezes para aumentar seu yin, o que, na medicina energética chinesa, é uma energia da água. É claro quando as mulheres experimentam excitação: elas suam mais que os homens. No Ocidente, muito poucas pessoas sabem que uma mulher pode ejacular. Mas no tao, recomenda-se estimular seu clitóris e seu ponto G *, e não penetrá-la antes que ela tenha emitido água três vezes.

* Nomeado após as iniciais do médico Ernest Grafenberg, que o descreveu na década de 1950, o ponto G ficaria cerca de quatro centímetros dentro da vagina, na parede anterior, logo atrás do osso púbico. .

A energia sexual está disponível fora dos relacionamentos sexuais?

Absolutamente. E é muito útil quando você precisa gerenciar, por exemplo, o trabalho extra. Convocar a excitação sexual é muito simples: basta olhar para uma mulher bonita ou um homem sedutor, na realidade ou em uma revista, ou se perder em suas fantasias. Então, acalme sua mente e tente conter a excitação para enviá-la de volta ao cérebro e impulsionar sua atividade. Muitas empresas reclamam que seus funcionários visitam sites charmosos na Internet. Eles estão errados. O que acontece primeiro por uma perda de tempo e dinheiro na verdade aumenta a capacidade de trabalho. O Ocidente há muito se ofende com o interesse de Tao pela sexualidade. Ele concentrou seus esforços nas produções da mente e nos beneficiamos muito de suas invenções tecnológicas. Pouco a pouco, ele se torna consciente do valor do nosso conhecimento, que é mais esotérico. Acho que somos melhores quando podemos desfrutar de ambos.

Homens: orgasmo sem ejaculação

O “kung-fu” sexual (literalmente, “prática sexual”) ensina como manter a saúde se tornando multiorgasmo. Para os homens, é para suprimir a ejaculação para espalhar a sensação de prazer da área genital para o cérebro e depois para o órgão enfraquecido. A realização exige um pouco de treinamento …

O homem deve fortalecer seu músculo pubococcígeo (PC), contraindo-o várias vezes ao dia ou tentando levantar uma toalha colocada em seu pênis. Durante a relação sexual, a contração desse músculo permitirá que ele evite a ejaculação. Ele então se esforçará para elevar a energia sexual assim conservada em direção ao cóccix e depois ao sacro, à base e ao topo do crânio.

Como? Mentalmente, visualizando o fluxo de energia ao longo da coluna até sentir formigamento. Quando o canal traseiro está sob controle, ele pode tentar diminuir a energia através do canal frontal, entre as sobrancelhas, ao longo do nariz e da garganta, em direção ao plexo solar e ao órgão falido.

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Mulheres: o prazer multiplicado

 Na China taoísta, a “Tigresa Branca” era uma mulher iniciada em práticas sexuais que lhe permitiria alcançar a imortalidade. Mantak Chia recomenda que as mulheres de hoje procurem prazer. Ponto forte: a (re) descoberta do seu “orgasmo do cartão digital”, isto é, seus pontos sensíveis, variáveis ​​de um para o outro.

 Durante as relações sexuais, ele aconselha-os a encorajar o parceiro a estimular o clitóris (o pênis não o atinge na penetração) e a preferir as posições em que o pênis entra em contato com o ponto G (deitado no chão). barriga ou sentado no homem). Para aumentar a frequência e a intensidade dos orgasmos e sugar sua energia sexual do clitóris para o cóccix, a coluna, o cérebro e o resto do corpo, eles treinam o músculo pubococcígeo (PC).

 Eles aprenderão a produzir movimentos de contração em torno do sexo de seu parceiro, introduzindo um ovo de jade em sua vagina e fazendo-o subir e descer. O exercício final consiste em uma “grande aspiração” para dois, homens e mulheres entrelaçados face a face, contraindo o músculo PC para trocar sua energia sexual.